Durante o exercício, os músculos utilizam o glicogênio como principal fonte de energia. Quanto mais intenso e prolongado for o treino, maior será a depleção desse estoque.
No pós-exercício, os carboidratos têm a função essencial de restaurar o glicogênio muscular e otimizar a recuperação para as próximas sessões de treinamento. Sem essa reposição adequada, o risco de fadiga e queda de performance aumenta.
O papel da insulina na recuperação
Após o exercício, os músculos ficam mais sensíveis à insulina, facilitando a captação de glicose e a reposição do glicogênio. Além disso, a insulina reduz o catabolismo muscular, ajudando a preservar a massa magra. Esse efeito é essencial para atletas e praticantes de atividades físicas que buscam maximizar sua recuperação.
Reposição do glicogênio muscular
A taxa de depleção do glicogênio varia conforme a duração e intensidade do exercício. Sua reposição ocorre de forma lenta (cerca de 5% por hora), tornando as primeiras 4 a 6 horas pós-treino fundamentais para estimular sua síntese máxima e otimizar a recuperação.
Durante esse período, a ingesta de carboidratos de rápida absorção pode potencializar a reposição dos estoques energéticos e preparar o organismo para novos desafios.